| 1️⃣ Escolha inicial |
O jogador escolhe uma das três portas, sendo que apenas uma contém o prêmio (por exemplo, um carro) e as outras duas contêm bodes. |
Probabilidade de o prêmio estar na porta escolhida: 1/3. Probabilidade de estar em uma das outras duas: 2/3. |
| 2️⃣ Ação do apresentador |
O apresentador, que sabe onde está o prêmio, abre uma das duas portas restantes, sempre revelando um bode (porta sem prêmio). |
Essa ação não é aleatória, e é justamente o conhecimento do apresentador que altera o cenário. A porta aberta elimina uma possibilidade, concentrando a probabilidade restante. |
| 3️⃣ Decisão do jogador |
Agora o jogador pode manter a escolha inicial ou trocar para a outra porta que permaneceu fechada. |
Se a escolha inicial era errada (prob. 2/3), trocar leva à vitória. Se a escolha inicial era certa (prob. 1/3), trocar leva à derrota. |
| 👉 Mantendo a escolha |
O jogador permanece com a porta escolhida no início. |
Chance de ganhar: 1/3 (a mesma da escolha inicial). |
| 👉 Trocando de porta |
O jogador muda para a outra porta que restou fechada. |
Chance de ganhar: 2/3. A probabilidade inicial das duas portas perdedoras (2/3) é “transferida” para a porta que não foi aberta. |
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💡 Conclusão científica: O Paradoxo de Monty Hall demonstra que o raciocínio intuitivo humano tende a errar em problemas de probabilidade condicional. A melhor estratégia é sempre trocar de porta, pois isso dobra a chance de acerto (de 33,3% para 66,7%). O nome vem de Monty Hall, apresentador do programa de TV americano Let's Make a Deal, que inspirou o problema original.
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